SHANTALA – A massagem indiana para bebês

SHANTALA – A massagem indiana para bebês

Bem-estar

Foi na Índia, durante caminhadas pelas ruas de Calcutá, que o médico francês Frédérick Leboyer observou a moça Shantala massageando seu filho (ela era paraplégica). Ele ficou extasiado, deslumbrado com o que via: um ritual de harmonia, ritmo, amor e ternura.

A troca que ali existia, demonstrava que aquele momento era único, é como se aquele tempo não existisse. O contato, o carinho transmitido por cada mãe tem um significado para o seu filho; inclusive ajudando-o a viver melhor aqui na terra, cumprindo a sua missão, e isto consequentemente tem um retorno de grande êxtase para ambos.

Leboyer escreveu o livro Shantala, traduzido para o português em 1976, sendo que o método foi introduzido no Brasil em 1978.

A finalidade principal desta massagem é desenvolver a interação mãe/pai-filho, podendo ser aplicada pela mãe ou pai, pois seu toque sutil e carinhoso é capaz de romper cadeias de tensões e bloqueios, aliviam cólicas e regulariza o sono, equilibrando físico, emocional e energicamente o seu bebê.

A massagem após o nascimento é a continuação da relação e do contato íntimo que existia entre a mãe e o bebê e ainda é um convite e oportuniza os pais serem envolvidos nesta atmosfera de amor e acolhimento, portanto, não é uma massagem exclusivamente terapêutica, é muito mais do que isso.

FACILITADORA: DELCIR ELISETE SCHWAMBACH / SAINT GERMAIN CURSOS E PALESTRAS